O que o Maker pode e não pode fazer
Um enquadramento honesto para saber se o seu caso se adequa. O Maker destaca-se nas aplicações de gestão.
Bem coberto
O Maker foi concebido para as aplicações de gestão: dados estruturados, formulários, painéis, utilização multiutilizador.
- Ferramentas de gestão: CRM, acompanhamento de clientes, planeamento, reservas
- Painéis e indicadores de negócio
- Introdução e acompanhamento de dados: stock, encomendas, clientes, fornecedores
- Gestão de intervenções, tickets e processos
- Aplicações internas multiutilizador
(Ainda) não é a ferramenta certa para
- Sites de grande público com tráfego muito elevado
- Lógica em tempo real complexa (jogos, trading de alta frequência)
- Integrações de terceiros à medida muito avançadas
- Aplicações móveis nativas
Limites precisos
Cada aplicação gerada é um projeto Next.js + PostgreSQL (Prisma) autónomo que lhe pertence: estes limites são os do Maker enquanto gerador, não os do código final, que pode retomar e alargar sem qualquer limite.
- Volume de dados: dimensionado para a gestão empresarial (dados estruturados, uso interno ou de equipa), não para os sites de grande público com tráfego muito elevado.
- Conetores: sem integrações de terceiros prontas a usar (pagamento, e-mail, APIs externas) na aplicação gerada — o código é seu (exportação ZIP, push GitHub) para as acrescentar você mesmo.
- Personalização: estrutura e ecrãs produzidos de forma determinística a partir da sua especificação e de uma biblioteca de componentes; a identidade visual define-se através dos temas gráficos e dos designers. Para além disso, edita livremente o projeto exportado.